Dentro dos
perfis digigráficos se encontram os ferramentados, os quais utilizam a
tecnologia apenas como um instrumento, para melhorar e tornar as atividades
cotidianas mais fáceis, e convenientes. Apesar de saberem o verdadeiro valore
desses dispositivos, os ferramentadados não possuem uma relação intima o bastante,
com a tecnologia, para idolatrarem ela, ou ainda pensarem que ela irá dominar
todos os aspectos da vida.
A relação que
esse público tem com a modernidade tecnológica, atualmente transformou as
relações pessoas e até mesmo dentro das instituições (família, escola,
empresas, governo e imprensa), tornando-as, principalmente, mais horizontais.
Dessa forma esta relação foi melhorada através da multiplicidade de informações
e conexões, sendo os ferramentados a parcela, dentro dos perfis digigráficos,
que mais entende a importância da tecnologia para essa mudança.
Um dos
exemplos dessas relações, que se tornaram mais horizontais, é a hierarquia
familiar que se modificou, sendo que, antes os pais eram os donos do
conhecimento (às vezes até “absoluto”), e agora passam a ser os alunos dos
filhos, os quais, por sua vez, adquirem conhecimento mais rápido (até antes de
ser ensinado nas escolas), e de maneira mais íntima, profunda e interessada,
visto que os assuntos procurados por estes jovens são aqueles que despertam
interesses pessoais. O grande fenômeno está ainda mais evidente, a partir do
momento que percebemos que os ferramentados preferem este meio interativo da
internet para buscar informações, do que qualquer outro meio.
Sendo assim, a palavra que mais define
corretamente os ferramentados é a eficiência, ou seja, eles buscam na
tecnologia maneiras e ferramentas para tornar as atividades mais rápidas,
fáceis e principalmente, mais eficientes.
Refletindo um
pouco a respeito
Os
ferramentados consideram a ferramenta tecnológica importante para o dia-a-dia,
tornando as atividades mais eficientes, porém não idolatram a tecnologia e nem
consideram o um domínio do avanço tecnológico nos aspectos da vida. Eles sabem
o real valor dessas ferramentas, e a utilizam da melhor forma.
Esta relação
transformou muito o cotidiano e a convivência social, ou seja, a aquisição de
informação se tornou mais rápida e íntima, que por sua vez, acarretou na
“horizontalização” das relações dentro das instituições (família, escola,
empresas, governo e imprensa).
Percebemos que
este perfil, provavelmente, é um dos mais comuns dentro da sociedade, pois
quando houve o avanço tecnológico, os equipamentos e dispositivos eletrônicos
tinham (e ainda tem) o objetivo de ser uma ferramenta para ajudar no dia-a-dia.
E foram os ferramentados que mais entenderam essa proposta, e utilizam da
maneira “correta”, ou seja, tornando as atividades mais eficazes com a
tecnologia. Porém, esse público corre um grande risco com a novas tendências,
pois quanto mais eles se utilizarem das ferramentas tecnológicas, mas íntima
será essa relação, então, serão menos independentes delas, podendo desta forma,
os ferramentados, migrarem para um outro perfil digigráfico.
Darci, Débora,
Geógia, Wagner.
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