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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A tendência da interação no PDV

Cada vez mais a tendência é de entender e tratar o PDV como um ponto-de-relacionamento, pois, segundo a POPAI Brasil, com o consumidor atual brasileiro tomando 81% das decisões de compra e para a escolha de produtos no ponto-de-venda, as vantagens de uma boa estratégia neste estágio da compra são fatais. Em pesquisas realizadas pelo Grupo GfK, grande parte da comunicação tradicional deste canal de compra (PDV) não é lembrada espontaneamente pelo consumidor por obedecer à um padrão básico de comunicação.

Seguindo esta ideia, podemos levar em conta as tendências gerais de segmentação da comunicação que estão cada vez mais fortes para todos os meios, e neste caso qualquer comunicação no PDV, portanto, precisa ser pertinente à categoria do produto e relevante ao seu público, ou seja, oferecer o produto correto com a comunicação correta ao cliente correto. 

We are the future | a tendência da segmentação

O consumidor cada vez mais exigente espera ser surpreendido. Ele busca por uma comunicação que vise uma experiência sensorial e que ainda traga algum tipo de benefício, sendo ele físico ou um valor intangível. Juntamente com as novas tecnologias, observa-se uma crescente utilização de materiais que facilitam esta interação, como: telas digitais ao invés de cartazes e mesas interativas sensíveis ao toque, onde as possibilidades para o consumidor são multiplicadas.


Interação no PDV

É preciso estar atento às mudanças de comportamento cada vez mais constantes. O comprador hoje busca por rapidez e conveniência, busca uma experiência de compra personalizada: produtos, ambiente e mensagens que surpreenda e estimule a compra.


Rodrigo Queiroz, Mariana Corazza, Mariana Simas e Vilson Lunardon são alunos do 8º de Publicidade e Propaganda na PUC-PR.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

ORGANIZAÇÕES POPULARES AUTÔNOMAS

A política governamental brasileira tem um histórico de dificuldades que necessita de movimentações sociais que reivindicam mudanças. Muitas delas possuem como base princípios socialistas, anarquistas ou somente as necessidades advindas das revoltas do povo.

Como contextualização, pode-se citar alguns movimentos a partir do Brasil república que compactuam um pouco mais com a situação atual do país. Em 1896 ocorreu a Revolução dos Canudos que envolveu conflitos sociais entre coronéis e cangaceiros que lutavam por terras. Já em 1912 houve a Guerra do Contestado que superou o número de mortes da Revolução de Canudos. Nela, a população cabocla lutava pelos direitos de moradia onde foi construída a estrada que liga São Paulo ao Rio Grande do Sul.

Mais recentemente, surgiram os movimentos sociais e estudantis da década de 60 em contrapartida ao golpe militar. O movimento mais representativo da época foi o Tropicalismo que, junto com expressões artísticas e culturais, lutou contra a censura e repressão impostas pelo militarismo vigente.

Em 1983, o povo saiu às ruas com um enfoque mais político exigindo as eleições diretas no movimento conhecido como Diretas Já. Ocorreram manifestações em Pernambuco, Goiânia, São Paulo e Curitiba. Também com esse direcionamento, em 1992 aconteceu o protesto dos Caras Pintadas que resultou no impedimento do presidente Fernando Collor.

Por outro lado, os movimentos sociais podem chamar atenção num sentido pejorativo, como é o caso do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. O MST surgiu na década de 80 com o intuito de lutar por uma sociedade mais justa e fraterna com foco na reforma agrária. Entretanto, como em todas uniões políticas, há quem possua interesses secundários, principalmente financeiros.

A partir de 2003, grupos de jovens da América Latina se organizam para discutir e propor melhorias em causas como luta por moradia, terra, transporte, direitos animais, humanos e sindicais, feminismo, ecologia, entre outros. Recebe o nome de Encontro Latino-Americano de Organizações Populares Autônomas e não há ajuda de ONG’s nem partidos políticos, somente do MST. A maioria dos participantes propõe uma alternativa à esquerda tradicional e consegue produzir resultados concretos.

Este ano, surgiu a Marcha da Liberdade no Brasil, a qual foi espelhada especificamente em revoluções ocorridas na Espanha e em países do mundo árabe, além de ser uma resposta à violência policial e à situação política do país. A principal desta marcha é a liberdade propriamente dita. No entanto, existem várias frentes unidas como a luta contra a homofobia, contra a construção da usina de Belo Monte, a favor dos negros, contra violência sofrida pelas mulheres, a favor da legalização da maconha, etc.

Por fim, é necessário refletir se o que é proposto e imposto é realmente o melhor para que as condições de vida sejam dignas em parâmetros intelectuais, sociais, culturais, políticos e ambientais.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Tendência: Shows em estádios de futebol

A indústria do entretenimento musical cresce mais a cada dia, o que faz com que grandes artistas internacionais coloquem o Brasil na rota de suas turnês. Investimentos milionários são feitos para trazer as maiores bandas do mundo para perto dos fãs brasileiros.
                  São Paulo sempre foi referência nesse quesito, não só pela capacidade de investimento, como também pela estrutura oferecida aos fãs e aos artistas. É notável a decadência de shows de menor porte, para a realização de shows com público muito maior. Para isso é necessário um espaço que condiga com o público atraído por cada artista, nisso entram os estádios de futebol.
                  O Estádio Cícero Pompeu de Toledo, mais conhecido como Morumbi, é um dos mais usados nesse propósito. A capacidade de público para uma partida de futebol é de cerca de 70 mil torcedores, mas para shows, uma parte das arquibancadas é fechada para ser destinada a montagem do palco e backstage. No entanto, o espaço do gramado também é utilizado para setores como pistas, pistas Vips, torres de som e iluminação, postos de atendimento médico, banheiros, etc.
                  O São Paulo Futebol Clube, dono do estádio do Morumbi (maior estádio particular do Brasil) obteve em 2009/2010 uma receita de R$ 8 milhões somente em aluguel do estádio para realização de eventos musicais. Alguns dos artistas que se apresentaram por lá incluem Metallica, U2, Paul McCartney, Beyoncé, Linkin Park, AC/DC, Iron Maiden, etc.
                  A utilização de estádios para eventos desse porte é uma tendência consolidada no mundo inteiro. Porém ainda não chegou a Curitiba. Hoje, os curitibanos estão “órfãos” da famosa Pedreira Paulo Leminski, que sempre foi o palco das apresentações internacionais na capital paranaense. Por lá já passaram nomes como Iron Maiden, Evanescence, Pearl Jam, Avril Lavigne e Black Eyed Peas.
                  No entanto, desde o fechamento da Pedreira e a proibição de espetáculos naquela área, não tem havido shows de grande porte na capital paranaense pela falta de lugar adequado, o que faz com que os fãs tenham que viajar até outras cidades como São Paulo ou Porto Alegre para ver seus ídolos.
                  Curitiba possui 4 estádios de futebol: a Arena da Baixada, pertencente ao Clube Atlético-PR, o Couto Pereira, de posse do Coritiba, a Vila Capanema do Paraná Clube e o público Pinheirão. Com a exceção da Vila Capanema, todos os estádios suportariam públicos acima de 30mil pessoas, capacidade próxima a da extinta Pedreira.
                  Em 1996, a banda americana AC/DC se apresentou no estádio alviverde e, em 2006, os mexicanos do RBD tocaram na Arena da Baixada, sendo este o último espetáculo realizado em um estádio de Curitiba.
                  Os clubes de futebol paranaense têm uma forte opção de renda com aluguel de seus estádios para esse tipo de evento, assim como fazem São Paulo e Palmeiras na capital paulista. O Palmeiras está transformando o Estádio Palestra Itália em uma Arena Multiuso, para aumentar sua capacidade em dias de jogo de 30 para 45 mil torcedores. Porém, já consta no projeto da Arena sua utilização para eventos musicais para até 60mil pessoas, rivalizando assim com a capacidade do Morumbi, para dessa maneira “roubar” os artistas do estádio são-paulino e levá-los para o estádio palmeirense.
                  Essa tendência deve chegar em Curitiba, utilizando-se dos estádios paranaenses e também da rivalidade entre os times locais, para sempre tentarem melhorar suas estruturas para trazerem artistas cada vez maiores e colocarem Curitiba de volta na rota dos grandes shows internacionais e voltar a ser uma referência no sul do Brasil.

André Bona, Camila Osik, Guilherme Osiecki, Henrique Dallmann, Renato Rodrigues
 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Mulher Moderna


O ser feminino, o que dizer sobre as mulheres que ainda não foi dito?

É fato que a maioria, senão todos, os homens afirmam que é difícil entender o que as mulheres querem ou pensam; na verdade é bem simples, buscam carinho, atenção, companheirismo e mais uma lista praticamente infinita de itens...

Mas antes de prosseguirmos devemos voltar ao inicio da sociedade. Nossa primeira figura feminina apresenta-se numa realidade de opressão e submissão. Não havia o direito ao voto, deveriam andar com praticamente todo o corpo coberto dentre outras coisas. Com o passar do tempo essas circunstâncias começaram a seguir novos caminhos; Surgiu o dito tal FEMINISMO.
Tomando como base o significado literal do dicionário temos: Tendência a elevar a situação da mulher na sociedade, a aumentar seus direitos; entretanto e ironicamente é um Substantivo masculino
Inicialmente esse movimento tinha como objetivo estabelecer um parâmetro semelhante entre os sexos, acabaram por influenciar na cultura, direitos, vestuário, vocabulário e tudo mais até mesmo nos objetivos mais íntimos das mesmas.
A mulher deixou de lado a submissão passou a atuar no mercado de trabalho, rasgou seus sutiãs e comprou modelos muito mais adequados a sua nova situação. Atualmente ela vem em rede nacional pra defender mais um ponto de vista, a submissão subentendida nas relações sexuais.
É hoje não há limites para as mulheres, elas ditam tendências, gerem multinacionais, estão nas propagada, disputam ombro a ombro o mercado de trabalho com o sexo oposto, falam diretamente e com conhecimento de campo para o publico masculino e convencem.
Aquela idéia que todas sonham em casar de branco e viver para o lar, praticamente já deixou de existir. O mercado de trabalho tem nos últimos anos uma ascensão representativa da profissional mulher, esta vem acumulando mais e mais funções e continua realizando com total eficiência.
O meio publicitário é um nicho onde facilmente é possível verificar esse fato, a veiculação de grandes campanhas tendo como personagem uma ou varias mulheres não pode passar despercebido. O publico identifica-se, e cada vez mais busca por produtos com essa identidade.
O aumento de demanda juntamente com a evolução feminina é nitidamente percebível, ela  participa diretamente escolhendo os produtos/serviços, indiretamente influenciando ou ainda é parte fundamental de uma não aquisição. Logo as marcas verificando essa mudança no mercado começaram a apresentar uma nova forma de comerciais: os voltados para o publico feminino.
Cervejas, produtos de higiene e limpeza, de automóveis a imóveis; todo o mercado preocupa-se e trabalha sua comunicação para atingi-las.
As mulheres por sua vez, diminuíram suas saias, deram suas caras a tapa. Lutam pelos seus sonhos, mas não deixaram de lado a sua síndrome de cinderela e ainda buscam seus príncipes. Deixam a maternidade pra depois... Colocaram a boca nos microfones, nas telinhas, subiram e às vezes desceram do salto, e lá estão no topo de uma pirâmide com menos preconceitos, menos censura, menos machismo e mais igualdade.

As mulheres resolveram investir em si próprias, trabalharam mais e ganharam menos, os seus padrões de beleza mudaram logo colocaram silicone e alisaram o cabelo, seguiram as tendências do mercado, aumentaram sua auto-estima que andava baixa. Mostraram se sonhadoras e também determinadas, ganharam reality, revelaram passados obscuro e com isso escreveram livro, lançaram filmes, ganharam fama e fortuna mostrando para a sociedade a cruel faceta de alguém que quer a todo custo ser vista.

Ser invisível aos olhos de seus pais, filhos, maridos e namorados não era suficiente. Ouviram que não seria possível, que antes a morte ao divorcio e prosseguiram, que ficariam soltas e sem rumo e ainda assim não desistiram. O tempo passou e ainda não conseguiram tudo mais ainda há um longo e tortuoso caminho repleto de barreiras. Ultrapassá-las será necessário e às vezes regressar também.

Pode ser que com o passar dos dias ou meses, seus objetivos mudem, sofram influencias ou mutações, não importa. Lutar foi e será sempre possível e necessário.

Na comunicação ha duas vias; atrás ou na frente das câmeras. As ditas florzinhas se mostraram grandes e fortes arvores, que cada vez mais crescem, fortificam-se e produzem belos frutos. Criam, produzem e apresentam belas peças, com viabilidade comercial e quando em frente das películas, são analisadas em toda a sua forma, reputação, carisma e ainda assim desempenham um papel inenarrável já que de uma forma ou outra caiem nas graças do publico. Podem sim atingir públicos distintos e vender imagens distorcidas, mas isso nada mais é que um personagem criado propositalmente ou não.

A imagem de mulher segura de si, decidida, que toma iniciativa tem sido muito requisitada nas campanhas o que acaba por influenciar o meio, criando um circulo vicioso, quanto mais elas adquirem espaço, mais querem, mais conseguem, mais buscam e assim por diante.

Numa sociedade ainda machista, o estereótipo permanece sendo ponto influente nas escolhas de um público, especialmente o brasileiro que valoriza essencialmente o visual. Talvez por isso que haja tanta preocupação com a aparência e seja tão expressiva a porcentagem de cirurgias plásticas. Há uma notável separação entre as campanhas, atualmente elas buscam desvencilhar a imagem de coisificação da mulher e propagandas que persistem neste tema tem sido duramente criticadas e repudiadas, sendo ate mesmo retiradas de veiculação. Os movimentos feministas lutam insistentemente para extinguir-las.




Por NATIÉLLI, TAIARA e ANGÉLICA

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Uma vida fast food


Desde a década de 50, quando o ritmo de vida das pessoas começou a ficar mais acelerado e as opções de refeição mais rápidas e práticas, surgiram as que hoje sãs as maiores redes de fast food do mundo.
O famoso combo sanduíche, batata frita e refrigerante conquistou o mundo e garantiu alguns kilos a mais para muitas pessoas. Hoje o número de obesos já ultrapassou o número de subnutridos no mundo, segundo o pesquisador americano Barry Popkin, da Universidade da Carolina do Norte.
Além de incentivar o consumo de alimentos nada saudáveis, as redes de fast food incentivam a cultura da pressa e impaciência.
As pessoas estão cada vez mais impacientes, e através do fast food elas podem “ganhar” tempo e sair supostamente satisfeitas e felizes. Porém esta economia de tempo é feita sem uma meta, elas economizam tempo por economizar, por impulso.
Estamos no tempo em que a maioria das coisas é fast food, não somente a comida, mas as conversas, os relacionamentos, o próprio tempo que temos livre. O grau de satisfação é, muitas vezes, medido pela quantidade e não qualidade. Quantas tarefas eu consegui cumprir hoje no trabalho, quantos e-mails eu consegui responder, e a qualidade é deixada de lado.
Com a acessibilidade da internet e a popularidade das redes sociais muitas pessoas deixam de se encontrar pessoalmente e resolvem tudo online. Com isso o relacionamento entre as pessoas fica superficial.
Um exemplo disso é a rede social Chatroulette, uma roleta humana, em que uma pessoa conversa com outra, de qualquer parte do mundo, que ela inclusive normalmente nunca viu, através de um computador com câmera e microfone. Se gerar uma interação o papo continua, se não, basta clicar em “next” e aparece outra “opção” pra conversar. Simples, superficial e fast food.
O próprio Twitter, o microblog de 140 caracteres, é outro exemplo. Com ele você passa uma mensagem curta e rápida que pode ser vista e respondida simultaneamente. Ele é sintético para você não perder tempo, como escrever um longo e-mail e ter que esperar a resposta.
Essa correria da vida moderna faz com que as pessoas não tenham tempo para se dedicar ao próximo, preferem uma “rapidinha” do que um relacionamento sério, abrem mão de uma nova amizade para ficarem em seus mundinhos particulares interagindo virtualmente com outras pessoas.
Vivemos uma contradição, queremos ter um milhão de “amigos” e seguidores, mas não queremos desperdiçar tempo com eles.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O transporte em duas rodas


Meio ambiente

Responda rápido: o que polui mais, carro ou moto? Se você pensou no veículo de quatro rodas, errou. Embora pareça lógico imaginar que as motocicletas sejam mais "verdes" por serem menores, estudos mostram exatamente o contrário. As novas motocicletas produzidas e vendidas em 2008 emitem até quatro vezes mais poluentes que os automóveis, mostra relatório da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo).

O atual nível de emissão de poluentes de motos pode chegar a até seis vezes mais do que o nível dos carros.
A falta de espaço no veículo de duas rodas para instalar filtros, tratar o escapamento e motor é apontada como uma dificuldade técnica para fazer das motos instrumentos mais ecológicos.
De acordo com estudo da Cetesb, 49,8% das motocicletas que circularam em 2008 na região metropolitana de São Paulo não tiveram controle de emissões, pois foram produzidas antes do programa entrar em vigor. Outros 16,2% atenderam à fase 1 do programa e 34% à sua fase 2, com restrições mais leves.
Para hidrocarbonetos, a relação foi maior ainda: a média dos poluentes emitidos por motos chegou a 0,25 gramas por quilômetro, cerca de quatro vezes mais que o índice obtido para os automóveis, de 0,069 gramas por quilômetro rodado.

MOTO ELETRICA
Após algumas motos elétricas chegarem ao mercado, oferecendo economia e poluição zero – mas com pouco desempenho e autonomia, chegam ao mercado novas motos – mais modernas, rápidas e eficientes. Em um mundo poluidor e barulhento como o das motos, isso é como uma luz no fim do túnel – já que a maioria das motos que rodam no Brasil não segue a mesma legislação dos carros, poluindo de 40 a 60 vezes mais que um carro zero. Sim, 40 a 60 vezes. Embora as motos gastem pouco combustível, até 70km/l de gasolina, polui muito mais que um carro por km rodado, pois nao contam com catalisador ou injeção eletrônica – isso quando não estão desreguladas, piorando ainda mais a situação.

Essa é a Zero S – uma moto elétrica capaz de chegar a 100km/h – conta com um motor elétrico capaz de gerar 31cv de potência, mais do que suficiente para uma condução agradável (para se ter uma idéia, uma moto 100cc tem cerca de 9cv)



A autonomia é de cerca de 100km – mais do que o suficiente para a maioria das pessoas ir e voltar do trabalho nas grandes cidades. A carga leva menos de 4 horas em uma tomada comum – é chegar no serviço ou em casa e plugar! Lógico que 100km não devem ser suficientes para um motoboy fazer entregas, mas para muita gente seria ótimo – eu levo menos de 20km entre minha casa e o escritório – ida e volta!

Não é muito barata – 10 mil dólares, mas o que ela oferece – gasto zero de gasolina e poluição zero – vale a pena


MOTO TAXI
O serviço de moto táxi se destina ao transporte de passageiros, em caráter complementar ao sistema tradicional e, de acordo com a proposta, só poderá ser feito em trajetos definidos por normas municipais.

O veículo utilizado deverá ter duas ou três rodas e potência de motor mínima equivalente a 125 cilindradas cúbicas.

A moto deverá obrigatoriamente pertencer ao condutor, seu cônjuge, ascendente ou descendente. Também deverá estar licenciada pelo órgão oficial e ter características específicas que a diferenciem, de forma visível, das outras motocicletas.

Segurança

Ainda de acordo com o texto, o condutor da moto táxi deverá usar colete em cor fluorescente com seu tipo sangüíneo e o número da placa do veículo ou da licença. Na prestação desse serviço, o uso do capacete será obrigatório para o condutor e para o passageiro. Além disso, os veículos deverão possuir seguro para indenizar acidentes ou morte do motorista e de passageiros.

Os órgãos gestores do trânsito deverão, tanto quanto possível, instituir sinalizações adequadas e faixas exclusivas para as motos táxis. Já os órgãos estaduais, distritais e municipais gestores do trânsito e do licenciamento de veículos deverão criar ouvidorias para receberem reclamações e sugestões sobre os serviços de moto táxi.

As multas e sanções administrativas para punir quem desrespeitar as normas serão estipuladas por regulamentações em níveis estaduais, distritais e municipais.

Normas municipais

As autoridades municipais estabelecerão o valor referência para a remuneração do serviço de moto táxi, de acordo com a área e a amplitude onde o serviço é prestado.

Também deverão realizar licitações para organizar a prestação do serviço de moto táxi.

As licitações deverão conter os itinerários de deslocamentos e os quantitativos de veículos compatíveis à demanda por região, atendendo sempre ao princípio da complementaridade ao sistema de transporte já instituído.



Tendência da comunicação

Motos digitais incorporam telas ao ar livre 37 "LCD capaz de proporcionar a máxima qualidade possível nas condições mais brilhante luz do dia juntamente com tocadores de mídia capaz de reproduzir propagandas ou conteúdo em diversos formatos de vídeo, incluindo apresentação de slides e fotos, todo o áudio ativado.
será capaz de trabalhar no centro das cidades interagindo com o público alvo de forma envolvente e atraente. Eles são a única verdadeiramente adbikes digital móvel no mercado local, oferecendo flexibilidade na movimentação entre os locais-chave durante o dia de trabalho.

Tais como ruas principais, estações, shoppings, etc, enquanto os pilotos se envolver com o público e distribuem material de marketing para apoiar a promoção.

Esta tecnologia digital vai permitir que o já bem sucedido conceito Promobikes para desenvolver ainda mais como uma proposta efetiva experiencial



A moto apresenta Promodigital de tela:

Vídeo (Mpeg 2 e 4, WMV, DivX, Xvid)
Slideshows
Ainda Conteúdo (JPEG, PNG, BMP)


As motos Promodigital são:

Áudio habilitado (MP3, WAV, AC-3, WMA).
Habilitado para Bluetooth
Jogo console habilitado
Exibir fotos

Referências




segunda-feira, 2 de maio de 2011

Além do convencional


Para sair do convencional é necessário romper barreiras, comportamentos impostos pela sociedade, padrões e valores tradicionalistas. Não é uma tarefa fácil ainda mais quando envolve a preocupação com o próximo.   
O Termo altruísmo foi criado em 1930 pelo filósofo francês Augusto Comte, que significa fazer o bem ao próximo, se caracteriza como um grupo de disposições humanas, sendo elas individuais ou coletivas, que seria ações dos seres humanos a ajudar, zelar e se dedicar ao próximo.
Ela seria o oposto do egoísmo, fazer o bem para outras pessoas sem esperar ou querer nada em troca. Para Comte, seria uma virtude de viver para os outros dominando o instinto egoísta já inserido no ser humano.
Altruísmo está ligado a caridade que seria pessoas que não se apropriam da ação para se auto promover, caso isso ocorra não se trata de altruísmo e sim de autopromoção. 
Existem varias pessoas que acabam ficando insatisfeito forma que levam a vida e decidem fazer algo diferente, algo que melhore sua vida e de outras pessoas, como Gerson Guerra, Curitibano, largou a arquitetura e começou a ação social vale sorriso junto com a Agendarte, ele necessita das vendas da agenda para que possa continuar funcionando sua ação.
Sua ação nada mais é que trazer alegria para pacientes em hospitais em fases terminais ou não. Um dos pioneiros em Curitiba, vai fantasiado com seu grupo de palhaços e fazem todos rirem para esquecer por alguns segundos a dor, o medo. E assim que ele ganha a vida, vendo nos rostos dos doentes alegria, esquecimento do que acontece com eles ali no memento. Sente uma enorme gratidão por poder fazer isso, e possui ajuda de colaboradores para que sua ação continue em pé.
Sucos do bem, o fundador dessa empresa largou seu terno e gravata para se dedicar a algo que ainda faz mal a sociedade: os conservantes. Lá eles fabricam sucos naturais e com embalagens 100% recicláveis. É um exemplo de provedora do bem, pois se preocupa com a saúde do próximo.  
Agora tem os altruístas puros que são pessoas que largaram tudo para ajudar ao seu semelhante temos dois exemplos: Madre Tereza, dedicou sua vida a fazer o bem ao próximo, sem querer nada em troca, pregando o bem para a humanidade. Um grande exemplo de vida, que muitos se espelham.
E Também o espírita e médium Chico Xavier que se dedicou a doutrina espírita levando palavras e consolo as pessoas que perderam pessoas amadas e queridas, nunca aceitando bens matérias dos familiares e o lucro de seus livros ajudava os menos favorecidos
E o maior símbolo de ajuda ao próximo, Jesus, dedicou completamente ao próximo e ensinamentos com mesmo intuito. E até hoje se fala dele, do bem que fez.
Segundo a revista "Nature Neuroscience" edição de fevereiro de 2011, uma pesquisa realizada pela universidade de Duke (Carolina do Norte) descobriram que uma região do cérebro é mais ativa nas pessoas altruístas do que nas egoístas. A ativação desta região do cérebro está vinculada ao fato de perceber um objeto atrás de uma ação, ou seja pessoas altruístas tem maior percepção que pessoas egoístas.
Hoje em dia muitas empresas estão adotando essa pratica, de fazer caridades, doações, campanhas para ajudar o próximo. Muitas vezes para se promover, ou preocupado com a redução de imposto, mas se promovendo ou reduzindo o importante é que está ajudando. 
Pelo caos que está a sociedade algumas pessoas se sentem no dever de ajudar o próximo, e com isso uma satisfação e prazer com altruísmo. Assim muitas vezes largando tudo para se dedicar, pois percebe essa necessidade na sociedade, de pessoas com bom coração. Importante saber que ajudar o próximo não precisar necessariamente largar tudo, apenas fazer caridade, doar alimentos, roupas, ajudar em campanhas. Isso já contribui e muito.        


Alunas: Anna Helena Paraná Diana e Lia Manuela Scavone
Publicidade e Propaganda




terça-feira, 19 de abril de 2011

O desafio da comunicação diante da Geração Z


Para toda propaganda, existe um público. Para atingir esse público já pré-determinado, um publicitário precisa fazer uso de métodos e linguagens que criem alguma relação com o comportamento desse tipo de consumidor. Diferentes públicos se comportam de diferentes maneiras. Nada mais justo.
            Nos próximos anos, o mercado será invadido por uma nova geração de consumidores, pertencentes à geração Z. Nascidos a partir da metade dos anos 90, esse público está prestes a entrar no mercado de trabalho, e, consequentemente, no foco de publicitários. Porém, o comportamento desse futuro consumidor ainda é algo que intriga e tira o sono dos profissionais da propaganda.
            Nascidos junto com a World Wide Web - o famoso www -, esses jovens estão conectados constantemente. Com isso, sua maior característica é o excesso de informação obtida diariamente. Muito mais familiarizados com as novas tecnologias que as gerações passadas, eles estão sempre atrás de novas maneiras de se manterem conectados, independente do lugar onde se encontram. Internet pelo celular, Ipad, 3g e Wi-fi são alguns artifícios dos quais esses jovens fazem uso. Porém, essa conectividade excessiva prejudica a vida em sociedade, fazendo com que suas relações se limitem ao virtual.

            Falta de interação social, dificuldade de comunicação verbal, ausência de capacidade de ouvir e ansiedade profunda são algumas das características negativas as quais essa geração é condicionada. Toda essa velocidade de informação a qual estão acostumados também faz com que deixem de dar valor às coisas rapidamente.

O filme "We all want to be young" é resultado de diversos estudos realizados pela agência BOX1824, que é especializada em tendências de comportamento e consumo.


Criticar ou ignorar esse público por não concordar com  seu comportamento deixa o publicitário um passo atrás de uma tendência que já ganhou espaço. Um profissional ou agência que reluta contra as novas tendências do mercado está apenas evitando uma estrada que, cedo ou tarde, terá que trilhar. Não é possível a publicidade fugir daquilo que o mercado anseia. Para tornar possível a comunicação, é preciso primeiramente ter a cabeça aberta para o novo. Portanto, o melhor meio de conversar com esse público é sabendo valorizar aquilo que ele apresenta de positivo, mesmo sabendo que seus pontos negativos se apresentam com mais força. É preciso antever e buscar tendências positivas que esse grupo apresenta, ainda que de maneira mais silenciosa. Já dizia Schopenhauer (1788 - 1860), "Talento é quando um atirador atinge o alvo que os outros não conseguem. Gênio é quando um atirador atinge o alvo que os outros não vêem.".

Gabrielle Betoni e Guilherme Vianna são alunos do 7° período de Publicidade e Propaganda na PUC-PR.
 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Novos Costumes e a Vida em Família

A família tradicional (pai, mãe, filho e filha) perdeu espaço para a modernidade, as famílias modernas são compostas de pais que já tiveram outra família, se separaram do seu cônjuge e compõem uma nova família, trazem os seus filhos para o convívio de novas pessoas. As famílias modernas também são os casais homossexuais adotam crianças e criam como filhos; avós, babás e empregadas criam os filhos dos pais que trabalham demais; mães que são solteiras, por opção ou não; entre outros inúmeros exemplos de famílias diferentes do tradicional

A família moderna: O casal gay, os pais liberais e o padrasto.


TRÊS JÁ É DEMAIS

Antigamente, tanto pela falta de métodos contraceptivos, quanto pelo gosto de ter uma família grande, era comum ver famílias compostas de cinco a dez filhos, as famílias de nossos pais ainda são assim. Nos dias de hoje, quem tem três filhos está arriscando beirar a loucura e quem tem quatro ou mais já se considera na loucura, pois ter filhos requer um alto investimento e eles exigem muito a atenção dos pais, que já estão sobrecarregados com a rotina do dia-a-dia.

Há algum tempo, o ideal é ter no máximo dois filhos em casa, tanto é que muitos casais andam optando por ter menos filhos e mais tarde, depois de consolidar a sua carreira profissional, de aproveitar o seu parceiro, de viajar, de curtir a sua juventude. Os filhos não estão mais em primeiro lugar na lista de prioridades de um casal. Eles adiam a paternidade, pois não é mais o grande sonho de todos, tanto homens, quanto mulheres.

Atualmente, o grande sonho dos jovens é primeiramente ter uma boa carreira profissional e depois formar uma família. Vimos isso em filmes, novelas, na vizinhança e em nossas casas. Muitos colocam o trabalho na frente da família e para eles isso tudo é certo, pois eles só querem ter uma família quando tiverem condições de dar a essa família uma 'vida boa de comercial de margarina'.

A família perfeita do comercial de margarina


DEPENDÊNCIA EXAGERADA

Os pais nem sempre foram os pais bonzinhos que temos hoje. Há alguns anos atrás, os pais colocavam filhos no mundo para ajuda-los nas plantações e com 20 anos, geralmente os filhos estavam saindo de casa para constituir a sua família. Hoje em dia, os filhos são tratados com tanta dedicação pelos pais, que se matam de trabalhar para pagar uma escola boa, uma faculdade boa, nunca deixar nada faltar aos seus filhos, que acabam colocando uma nova dúvida na cabeça dos seus rebentos: “Porque eu vou sair da casa dos meus pais? Se eu tenho tudo o que eu preciso aqui?”.


"Daqui não saio, daqui ninguém me tira!"

Pode parecer absurdo, mas é o que está acontecendo com a grande maioria, tanto é que hoje os filhos saem de casa com, na média, 25 à 30 anos, ou seja, só saem de casa depois de cursar uma faculdade, começar a trabalhar em um lugar que lhes garanta uma estabilidade financeira e estão próximos de se casar ou conseguem se sustentar sozinhos. Claro que existem os que não querem morar com os pais, mas esses já são casos raros hoje. Nem sempre a culpa é dos 'jovens folgados', muitos pais não incentivam os filhos a viver a própria vida pois não querem que os filhos saiam de casa, querem os filhos sempre perto e muitos não aceitam que os filhos queiram morar sozinhos.


ANTIGAS TRADIÇÕES

O tempo foi passando, cada integrante do grupo familiar foi tendo sua própria vida e preocupações com si mesmo, esquecendo suas origens, valores, crenças e tudo o que compunha uma família em décadas atrás. As famílias do início do século XX tinham costumes totalmente diferentes dos atuais. Os pais tradicionais desta época exigiam a família unida em café da manha, almoço e jantares, todos se alimentavam juntos sem exceção de nenhum membro da família, a diversão em períodos noturnos era conversar entre si. Esses costumes eram válidos para toda e qualquer tipo de classe social.

Os filhos tinham nos pais o maior respeito, mesmo rígidos e severos, as mães eram encarregadas da casa e dos filhos em tempo integral. Com a vinda da tecnologia, do mundo competitivo e mercado de trabalho saturado, esses valores mudaram totalmente, filhos ganharam total liberdade de expressão.

Como explicar a falta de diálogo na era da tecnologia e da liberdade de expressão?


A TECNOLOGIA E A FAMÍLIA MODERNA

As tecnologias chegaram para trazer entretenimento e facilidades que não havia muito antigamente. Com estes novos modos de comunicação, a família continuou se reunindo como em outros tempos? Podemos dizer que sim, mas cada um em seu lugar no sofá e focado nas suas respectivas tarefas e seus respectivos gadgets.




O ritmo da família moderna

Os filhos resolvem seus problemas com a intervenção da Internet, sem ao menos os pais ficarem sabendo. É mais fácil encontrar uma menina de 15 anos que postou em seu blog que irá perder a virgindade do que ver uma conversa com seus pais sobre o assunto. A ausência dos pais influencia essa falta de comunicação da família. Os pais trabalham incessantemente e muitas das vezes se esquecem que seus filhos podem simplesmente precisar de atenção.

AONDE ESTÁ O ERRO

  • Falta de reuniões familiares;
  • Pais e filhos trabalham até tarde;
  • Nos finais de semana os filhos não ficam em casa, ou preferem televisão, internet, videogame;
  • Os filhos não expõem seus problemas aos pais;
  • Os pais também se sentem envergonhados ao tentarem uma aproximação maior com seus filhos;
  • Pais suprem essa falta de companheirismo dando tudo o que os filhos querem

O pai atual entende que para suprir esta ausência e falta de intimidade com os filhos ele precisa dar presentes caros, que de nada adiantam se dentro de casa possuem uma postura totalmente impessoal na relação com seus filhos.

Qual o real valor de um pai presente?

Como em todas as famílias nem todos os momentos se resumirão em um mar de rosas, e todos nós temos a plena consciência que nosso cotidiano tende realmente a desunir a família, devido a tantas tarefas que temos que exercer, mas se a família está unida a força é maior para a solução de qualquer problema.

Atualmente percebe-se uma falta de interesse constante dos pais no com os filhos e vice versa. Com isso, podemos dizer que comunicação da família atual foi afetada pela interferência da modernização?


Amanda Rocha, Rodrigo Queiroz e Vilson Lunardon são alunos do 7º de Publicidade e Propaganda na PUC-PR.