Os estudantes do sétimo período de publicidade da PUCPR debruçaram-se sobre esses vídeos e desenvolveram um resumo das características mais importantes de cada um desses perfis apresentados.
Em seguida, realizaram uma série de reflexões e conexões para identificar teorias e práticas interrelacionadas com esses perfis, desenvolvendo dessa forma, uma resenha sobre deles.
Esse material será postado aqui nesse blog, que é o resultado das discussões e produções em sala de aula.
Acompanhe...
A era digital causou mudanças no mundo todo, porém nem todos sentiram essas mudanças da mesma forma. Afinal, a digitalização é um fenômeno que inclui todos, ou seja, pessoas muito diferentes entre si.
Através de entrevistas e registros feitos com pessoas de 8 a 60 anos, de classes A, B e C e que usam muito ou pouco a internet e de conversas com profissionais e estudiosos de diversas áreas provou-se que realmente existe diferença entre a forma com que cada grupo se adaptou as mudanças, sendo que pessoas da mesma idade ou sexo não se incluem necessariamente no mesmo grupo.
Para entender esses grupos, três questões foram levadas em questão:
- Quanto e como são utilizados os equipamentos tecnológicos em sua vida;
- Quais são as intenções ao consumir os produtos digitais;
- Quanto os recursos digitais servem para moldar sua identidade.
Assim, foi possível separar as pessoas em grupos, chamados de perfis digigráficos. Para essa análise, partiu-se do pressuposto de que a era digital redimensionou as quatro esferas principais de nossa existência:
- a esfera do indivíduo,
- a esfera dos outros (seu relacionamento com as pessoas),
- a esfera das instituições (desde a família até o governo)
- e a esfera de mundo (o contexto no qual vivem as pessoas).
Existem então 5 perfis digigráficos.
Todos sentiram as mudanças, mas cada um reagiu de uma forma diferente.
Estes grupos são:
- Imersos, cujas identidades passam a ser definidas pela tecnologia;
- Ferramentados, que usam a tecnologia apenas para agilizar tarefas;
- Fascinados, que fazem o possível para parecer modernos;
- Emparelhados, que consideram que a tecnologia é fundamental para realizar os projetos da vida;
- Evoluídos, cujo habitat é o universo das máquinas e tecnologia
As informações na era digital são produzidas e
consumidas em uma alta velocidade, que consequentemente acabou se espalhando
rapidamente e causou mudanças no mundo todo, porém cada pessoa recebeu essa
mudança de uma forma exclusiva.
Em entrevista com profissionais, professores e pessoas
de diversas classes e idades que possuem acesso à internet a agência DM9DDB
conclui que pessoas diferentes podem enxergar a tecnologia de maneiras
distintas. Com um levantamento de dados sobre o quanto e como os equipamentos
tecnológicos são utilizados em sua vida, qual é a intenção do seu consumo e até
que ponto os recursos digitais moldam sua identidade, a agência separou as
pessoas em grupos, chamando-os de perfis digigráficos.
Fatores externos influenciam a divisão dos
grupos, o individualismo faz com que pessoas se relacionem somente através das
tecnologias, e existem também os que utilizam as tecnologias apenas como uma
ferramenta que agrega valor ao seu trabalho. A dependência e/ou uso das novas
tecnologias interfere no relacionamento do indivíduo com os demais. O excesso
do uso de ferramentas e o estoque de informações acabam trazendo uma
superficialidade no conhecimento e relações interpessoais.
Por Gesiely Stockler, Francisco López, Maíra Klotz, Renata Pizza e Sarah Choinski.
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